Blog

Blog

Notícias e Novidades

6 passos para tornar-se um consultor de marketing digital

6 passos para tornar-se um consultor de marketing digital

Imagem: Shutterstock

Muitas empresas ainda se sentem perdidas na hora de definir as estratégias de posicionamento online, portanto, há um mercado latente para aqueles que prestam consultoria em marketing digital.

Um consultor de marketing digital é responsável pelo diagnóstico das necessidades e problemas de um negócio, pensando nas soluções e executando um planejamento.

Tarefas de um consultor de marketing digital:

  • Adaptar negócios para o digital;
  • Assessorar no uso de ferramentas online;
  • Analisar todos os processos de marketing e venda;
  • Entregar um diagnóstico dos pontos online de contato com o público (site, redes sociais, blog, e-mail);
  • Entender o comportamento do consumidor no digital: como se informa e toma decisão de compra;
  • Alinhar os objetivos do negócio;
  • Definir ações e o método a ser implementado;
  • Avaliar métricas;
  • Educar a empresa sobre esses processos.

Vale ressaltar que um consultor, em regra, não executa funções práticas, como gestão de redes sociais e produção de conteúdo, além de atuar em formato de prestação de serviço, não estando à disposição da empresa em tempo integral.

Os atrativos são muitos: horário flexível, possibilidade de lidar com diversos clientes e remuneração satisfatória. De acordo com Jesse Rodrigues, fundador da Escola do Marketing Digital, um profissional com, em média, dois anos de experiência, pode ganhar até R$ 15 mil por mês, quando estabelecida uma cartela de clientes.

Além da consultoria, o profissional pode lucrar com apresentação de palestras, treinamentos, produção de eventos e venda de infoprodutos associados à sua imagem.

Se interessou? Aqui trazemos algumas dicas para iniciar a carreira de consultor de marketing digital:

1 – Estude muito (e sempre!)
É premissa do consultor ser um especialista. Há cursos técnicos, pós-graduações e uma gama de especializações (CTA), online e presenciais, mas, para começar, não necessariamente é preciso ter uma formação.

Existe muito conteúdo distribuído na internet de forma gratuita que pode ajudar a dar o start ou a seguir aprimorando. Algo é certo: em uma área em constante evolução e mudanças, como a dos algoritmos do Google, por exemplo, reservar tempo para os estudos faz parte da própria carga horária da profissão.

2 – Pratique
É necessário entender bem as ferramentas digitais para poder utilizá-las. Mesmo que o trabalho não envolva a execução, entender como funciona a estrutura de um blog, de cada mídia social, sites, entre outros, é parte essencial às funções de um consultor.

3 – Crie seus próprios cases
A experiência de um consultor é fator considerado na hora da contratação do serviço, portanto, criar um portfólio é essencial. Ter algo em mãos é uma tarefa difícil para quem está começando, e o que pode ajudar é oferecer serviços a baixo custo para negócios menores, fazer permuta ou até mesmo atuar de forma gratuita para conseguir alguma experiência.

4 – Tenha um pacote de serviços
Como já dissemos, a missão de um consultor é prestar assessoria e atuar no planejamento de ações de marketing. Uma formalidade para assegurar ambas as partes, contratante e prestador de serviço, é delimitar as tarefas a serem executadas em um plano de trabalho detalhado.

5 – Entregue resultados
De nada adianta ter apenas um portfólio com um ideias. Quem contrata espera resultados. Tenha um plano de entrega realista e apresente um trabalho adequado ao que foi proposto.

6 – Saiba vender seu peixe
É comum pensar que o trabalho fala por si só, mas nem sempre é o que acontece. Não deixe de mostrar seus resultados e fazer disso uma vitrine, seja criando um portfólio organizado ou um perfil profissional nas redes sociais, por exemplo. Essa dica é importante para construir sua autoridade na área.

As etapas do Design Thinking

Design thinking é uma abordagem que une os métodos corporativo e criativo para desenvolver produtos e soluções.

Tudo é feito de forma coletiva, levando em consideração as ideias e experiências dos envolvidos no processo para, então, sistematizar e desenvolver inovações. Pode ser simplificado em algumas etapas:

Etapas do Design Thinking

Imagem: Shutterstock

Imersão
É o momento de aproximar-se e identificar um problema. Consiste na observação, análise de experiências culturais, de vivência dos stakeholders (pessoas envolvidas), empatia e mapeamento.

Essa etapa busca entender o problema, e as formas de se chegar a uma conclusão são as mais variadas possíveis: coleta de dados, entrevistas, trabalho de campo… Tudo o que for relativo à opinião.

Análise
Na análise é quando se categoriza e organiza o que foi coletado durante a imersão. Aqui se inicia a criação de conceitos. Para reunir esses insights, técnicas como brainstorming são muito bem-vindas.

Protótipo
Ter um produto/ideia piloto é essencial para o desenvolvimento de uma solução, pois materializa o conceito e facilita testes de melhorias.

Aplicação da solução
A última parte do processo é a experimentação.

Como aplicar o Design Thinking
Apesar de ter nascido no design, essa prática pode ser aplicada em qualquer área. O que deve-se ter em mente é a importância de abraçar o processo criativo para que o Design Thinking dê resultados.

Se colocar no lugar dos consumidores

  • Analisar padrões da empresa e encontrar soluções inovadoras
  • Avaliar aspectos não só inerentes ao negócio
  • Focar na experiência do usuário
  • Agregar ideias para alcançar soluções

8 estratégias de benchmarking para melhorar o seu negócio

Benchmarking é trabalhar com um ponto referencial para analisar as melhores práticas do mercado e comparar com as de um negócio. Estudando e avaliando a concorrência é possível encontrar soluções e aperfeiçoar ideias, não se trata de cópia, mas sim de se inspirar para melhorar o desempenho.
8 estratégias de benchmarking para melhorar o seu negócio

Imagem: Shutterstock

Empresas de grande, médio e pequeno porte
Não é porque um negócio é local que não pode se inspirar nas práticas de uma multinacional. Com um pouco de adaptação e criatividade pode-se aproveitar os bons exemplos e fazer benchmarking, mesmo que os recursos não sejam os mesmos.

É aconselhável avaliar mais de uma empresa e de cada uma extrair os pontos que forem julgados prioritários. Uma empresa maior, porém do mesmo segmento, outra de um nicho diferente, mas do mesmo porte. Quanto mais negócios para referenciar, mais insights de possíveis melhorias.

Tipos de benchmarking:

Interno
Antes de partir para o externo, é preciso uma autoavaliação. Estudar a própria empresa, ouvir clientes, identificar pontos altos e baixos são alternativas para descobrir o que precisa ser melhorado. A resposta pode estar dentro de casa.

Serviços e produtos
Testar produtos e serviços concorrentes, suas melhorias e novidades.

Vendas
Saber como são as vendas nos canais on e off, os preços, promoções e como é feito o atendimento ao cliente.

Processos
Comparar o desempenho, performance, objetivos estratégicos e de que formas outros negócios se organizam.

Financeiro
Tomar conhecimento sobre os investimentos, comparar gastos e margem de lucro.

Marketing
Monitoramento de redes sociais, presença digital, posicionamento e imagem.

Estratégia
Qual o plano de ação dos seus concorrentes e quais deles têm dado melhores resultados.

Produtividade
Qual a produção e o tempo investido em tarefas executadas com sucesso.

Como associar práticas de marketing de conteúdo à publicidade

Marketing e publicidade sempre andaram lado a lado na curação, construção e execução de campanhas. Hoje, o conteúdo relevante tomou grande espaço nas estratégias e, aliado à propaganda em sua forma mais tradicional, pode dar bons resultados.
marketing-de-conteudo-e-publicidade

Imagem: Shutterstock

Primeiro, vamos entender o papel de cada uma na estratégia:

Publicidade tradicional
Em geral, a publicidade visa a comunicação em massa, buscando sempre atingir o máximo de visibilidade para determinado produto ou serviço. Quando vemos uma propaganda já sabemos que o intuito é a venda e para isso são usadas técnicas até mesmo invasivas, como a interrupção de um programa televisivo para o momento dos reclames. Tem finalidade puramente comercial e quer induzir quem está do outro lado ao ato da compra.

Ela pode ser inserida em:

  • Televisão
  • Jornal
  • Revista
  • Rádio
  • Outdoor
  • Panfletos
  • Cinema
  • Internet

A publicidade tradicional tem alguns pontos negativos. Inserir um anúncio no horário nobre da televisão, por exemplo, tem um custo muito elevado. Como já dissemos, é um estilo de vender muito impositivo e unilateral, além de não ser tão fácil mensurar quantas vendas um anúncio em específico rendeu.

Marketing de conteúdo
O marketing de conteúdo fornece algo valioso e rico para atrair nichos e públicos específicos, criando autoridade, educando o lead e estabelecendo confiança. Não aborda a venda de forma aberta, mas garante conversão através do envolvimento dos clientes. Por ser trabalhada basicamente no digital, é muito fácil mensurar o sucesso de campanhas que adotam essas práticas.
Alguns exemplos de como trabalhar o marketing de conteúdo:

  • Notícias
  • Vídeos/Webinars
  • Imagens
  • Ebooks
  • Blog
  • Artigos

São técnicas não invasivas de comunicação, já que o consumidor está cada vez menos receptivo a publicidades interrompendo o que ele está acessando. É cada vez mais comum usuários utilizarem bloqueadores de anúncio na internet, por exemplo.

Assim, o marketing de conteúdo vem de encontro à necessidade de criação de campanhas relevantes e focadas para o público-alvo.

Usando o melhor dos dois mundos
Não estamos aqui querendo dizer que uma prática é melhor que a outra, pois cada negócio pede uma estratégia diferente e o digital não exclui o offline. A publicidade tradicional segue sendo importante para a disseminação em grande escala e pode ser interessante trabalhar as duas práticas.

É possível trabalhar o marketing de conteúdo de forma off. Ao criar uma revista com conteúdo voltado para determinado segmento, por exemplo, além de informar e fornecer algo rico, pode ser usada como meio para vender produtos pertencentes ao universo retratado em suas páginas.

Outdoors, panfletos ou qualquer outra ferramenta de publicidade tradicional podem direcionar para um conteúdo mais detalhado em blog ou redes sociais. Basta uma hashtag para instigar que o espectador busque mais informações.

Neuromarketing: como funciona e 6 dicas práticas de como aplicá-lo

Gostamos de acreditar que estamos no controle das nossas ações e agimos de forma racional, certo? Essa pode ser a percepção que temos diante de uma escolha, mas a formação de uma ideia em nossa mente tem muito mais a ver com impulsos e o subconsciente do que poderíamos imaginar. O neuromarketing se dedica a entender esse fenômeno e como aplicar esse conhecimento às estratégias.

Associada ao marketing, a neurociência ajuda a entender impulsos e motivações que levam à escolha. São esses estudos que apontam quão irracional e inconsciente são as escolhas, tendo muito mais a ver com o emocional.

neuromarketing

Toda ação de marketing deve ser pautada pelo neuromarketing
O neuromarketing não é uma estratégia para vender, literalmente falando. Ele se dedica a entender como estímulos impactam sobre o cérebro, o que é extremamente relevante na hora de planejar uma campanha.

Esses conhecimentos são usados em branding, design, inovação, publicidade, comércio, entretenimento, UX (experiência do usuário) e nas tomadas de decisão.
A tomada de decisão não é puramente racional, mas inconsciente. A opinião é formada em três partes do cérebro.

Cérebro Reptiliano, ligado à sobrevivência e emoções primitivas

  • Respiração
  • Batimentos cardíacos
  • Fome
  • Medo
  • Raiva

Cérebro Límbico, responsável pelas emoções complexas

  • Armazenamento de informações
  • SensaçõesNeocórtex
  • Raciocínio
  • Social

Em resumo, os cérebros Reptiliano e Límbico recebem os estímulos, cabendo ao Neocórtex processar a decisão. Todo esse processo é formado inconscientemente, embora pensamos que tudo é feito de forma racional. A neurociência explica que esse processo se dá para que a mente não seja sobrecarregada com ações que realizamos de forma automática, como respirar e os batimentos cardíacos.

Como utilizar esse conhecimento em uma estratégia de marketing?
São inúmeras as técnicas que englobam o neuromarketing, aqui podemos destacar algumas que são facilmente aplicáveis em qualquer campanha.

Impacto visual
Não é de se espantar que conteúdos visuais sejam imensamente mais atrativos e persuasivos, um grande exemplo é o próprio Instagram. De acordo com um levantamento feito pela Viver de Blog, o subconsciente leva apenas 90 segundos para julgar um ambiente ou produto após o contato visual.

O estudo aponta ainda que 93% das pessoas levam aspecto visual em consideração e as cores são grandes responsáveis por isso.

Cores em dados
80% acreditam que cores aumentam o reconhecimento da marca
60% rejeitam ou aceitam um produto ou serviço pela cor
Anúncios em cores são 42% mais vistos que os em preto e branco
Fonte: Viver de Blog

Cada cor oferece um estímulo diferente, aqui vamos destacar as primárias:

Vermelho

  • Ativo, apaixonante e emocionante
  • Estimula apetite (usado em restaurantes)
  • Senso de urgência (usado em liquidações)

Amarelo

  • Feliz, acolhedor e estimulante
  • Prende a atenção (vitrines de lojas)

Azul

  • Calma, confiança e segurança
  • Produtivo e não invasivo (usado no mundo corporativo)

Layout
Além das cores, design e usabilidade são fatores importantes para persuadir. Investir em uma fonte simples, por exemplo, atrai.

Gatilhos mentais
Criar sensações de urgência, escassez e exclusividade. Outro ponto é focar na solução que você pode oferecer, não no produto. Pessoas gostam de se ver no centro da atenção, isso tem a ver com o cérebro reptiliano.

Narrativa
Tudo é uma questão de saber contar uma boa história. Apostar em storytelling e usar arquétipos são boas alternativas.

Preço
Aversão a perda e a comparação são aspectos a serem considerados quanto ao valor atribuído ao produto. Oferecer um preço mais baixo e outro mais alto para induzir à compra. É possível comparar com concorrentes e oferecer melhor.

Palavras persuasivas
Tenha em mente expressões que despertam interesse, como ‘grátis’ e ‘novo’.

Como o Live Stories e o Facebook Mentions podem ajudar no engajamento

As ferramentas de transmissão ao vivo nas mídias sociais são uma forma de aproximação direta com o público e que demandam poucos recursos. Basta um celular e uma boa conexão de internet para fazer o Live Stories (Instagram) e o Facebook Mentions funcionarem.

Não se engane com a simplicidade desses recursos, que sequer precisam de edição, eles têm grande alcance e a maior interação que os vídeos comuns.

Veja como as lives podem ser ótimas aliadas na construção do engajamento:

live-engajamento

Imagem: Shutterstock

Comece com pouco, consiga muito
Como já citamos no começo dessa postagem, com apenas um smartphone em mãos já é possível começar uma transmissão. Certifique-se apenas de que tanto imagem quanto áudio estejam bons o suficiente para que o público entenda.

O ideal é iniciar e aprimorar com o tempo. Tripé, microfone e outras ferramentas para aprimorar são mais do que bem-vindas.

É possível ainda, com a ajuda de softwares, integrar a live do Facebook com o hangout do Youtube.

Conteúdo relevante, sempre!
Você pode ter o mais avançado equipamento, se o assunto não for rico e interessante, nada prenderá a audiência. É possível trabalhar vários tipos de tema, seja ele qual for, as pessoas gostam do que se aproxima com a sua realidade. Tenha isso em mente para humanizar seus vídeos.

Organize-se
Separar previamente o assunto em tópicos ou, melhor ainda, em um roteiro, é parte imprescindível para montar uma live significativa. Avise sobre o dia e horário que será realizada a live com antecedência, seja no feed ou próprio stories (no caso do Instagram).

Tenha uma rotina e determine dias específicos para realizar as lives, assim você educa seu público e gera expectativa.

Converse com o seu público
Parte essencial do sucesso das lives é a interação. Inicie deixando claro qual o tópico a ser debatido e repita isso ao longo da transmissão para conquistar a atenção dos usuários que forem ingressando com a live já em curso.

Prenda a atenção logo de cara
O algoritmo do Facebook analisa o engajamento nos primeiros momentos da sua live. Quanto mais usuários você conseguir prender a atenção logo no início, mais a plataforma mostrará o conteúdo no feed de outras pessoas. Engajamento gera engajamento!

Tenha convidados e faça colabs
Famosa no mundo dos youtubers, as colabs servem para interagir públicos de diferentes influenciadores, ou seja, fazer parcerias que rendem assunto e divulgam para novas pessoas.
Faça a live, mensure e repita

Como em tudo dentro da estratégia de marketing digital, mensurar resultados é parte do processo.

Analise quais os maiores e menores pontos de engajamento, assuntos geram mais visualizações, por quanto tempo os usuários permanecem na sua live, quantos foram alcançados, média de reações, entre outros indicadores que te auxiliarão na criação de mais conteúdo.

6 razões para aderir ao podcast como estratégia de marketing

Para quem tem boas ideias, tudo pode ser usado como oportunidade de negócios. Os podcasts são áudios digitais em formato streaming, excelentes plataformas de distribuição de conteúdo. Listamos algumas vantagens:
podcasts-como-estrategia-negocio

Foto: Shutterstock

  • É uma plataforma democrática
    Podcasts são áudios disponibilizados em formato streaming, podendo ser ouvidos em vários dispositivos, como smartphones e computadores. Há apps específicos para eles como o Apple Podcasts (IOS) ou o Podcasts Addict (Android), mas é mais comum encontrá-los abrigados no Spotify e SoundCloud.
  • Tem espaço para todo tipo de conteúdo

    Podem abordar qualquer tipo de assunto, sendo ótimos aliados do marketing de conteúdo e do inbound. Já citamos os podcasts como exemplo de ferramenta inbound para vender mais e melhor.

  • Faz parte de um mercado em expansão
    Apesar de não terem surgido há pouco tempo, os podcasts começaram a ter maior popularidade nos últimos dois anos, sendo um nicho ainda em expansão, onde há muito espaço para exploração e não está tão saturado como o Youtube, por exemplo.
  • É prático
    O podcast é aliado de quem tem pouco tempo disponível para se informar e segue uma tendência digital de consumo de conteúdo em áudios. Por funcionar como uma rádio, se adapta bem a qualquer atividade que o ouvinte estiver fazendo, como no momento da prática de exercícios, no trânsito ou até no trabalho.
  • É mensurável
    É possível medir alcance, número de plays, saber quantos engajaram com o conteúdo ou abandonaram na metade. Esse tipo de análise é importante para entender o sucesso da campanha.
  • É lucrativo
    Além da divulgação, é possível vender espaço publicitário e comercializar quadros de acordo com temas. É só pensar que os podcasts funcionam como a programação do rádio, se houver uma base considerável de ouvintes, por que não lucrar?

Topic clusters: saiba sobre a mais recente técnica de inbound marketing

Como sempre falamos aqui no blog da Agência W2, é preciso estratégia para gerar conteúdo relevante para que o Google faça um bom rankeamento da página. Hoje vamos abordar Topic Clusters.

Organização em Topic Clusters
Trata-se de uma técnica recente de inbound marketing  que reúne práticas de SEO (Search Engine Optimization), organizando determinado assunto e todos os decorrentes dele,  e formam uma teia de informações que conversam entre si e geram muitos cliques para a página.

Topic Clusters podem ser traduzidos como grupos de conteúdos que giram em torno de um tópico, criando uma cadeia informativa com itens linkados entre si.

O termo foi criado pela Hubspot, embora a prática já exista antes da nomenclatura.

Essa técnica é estratégica para tornar a página relevante aos buscadores. São consideradas o futuro do SEO no que diz respeito a escrever textos e organizar postagens.

topic-clusters

São divididos em duas partes: post pilar e clusters.

Post Pilar (ou pillar page)
Como sugere o nome, é o pilar de toda a estrutura. São temas gerais, amplos e que possam ser destrinchados em tópicos (clusters).

Por seu caráter abrangente, são consideradas palavras-chave head tails, as quais possuem um enorme fluxo de procura. Para exemplificar, podemos usar o tópico marketing digital. É um assunto vasto e que pode ser subdividido em inúmeras novas postagens.

Clusters
São os temas específicos que giram em torno de tópico principal. Visam aprofundar a ideia central produzindo novas páginas de acesso.

Aqui temos um claro exemplo de long tail, onde são trabalhados assuntos de nicho e com menor procura.

Ainda seguindo o Post Pilar, seus clusters poderiam ser as práticas que envolvem o marketing digital, como o próprio SEO, landing page, CTA (Call To Action), palavras-chave, entre outros.

O mais importante é que os conteúdos estejam conectados. A ideia é que eles trabalhem de forma conjunta, com o post pillar abrigando os clusters, porém, todos os tópicos devem estar linkados de forma mútua.

Na postagem sobre marketing digital (post pilar) é inserido um link convidando o leitor a entender sobre SEO (cluster), enquanto que neste último (cluster) também haveria uma CTA para a página com conteúdo amplo (post pillar).

Saiba como definir os melhores indicadores (KPIs) para a sua estratégia de negócio

definir-os-melhores-indicadores-kpis

Imagem: Shutterstock

As Key Performance Indicators (KPIs) ou indicadores-chave de performance são parâmetros que dão diretrizes para as ações de melhoria de um negócio. São elas que ajudarão a avaliar o sucesso de uma campanha, quais mudanças foram relevantes, o que precisa ser ajustado, e muitas outras medidas.

É uma ferramenta que se adapta a cada caso, e esse caráter é ponto significativo na evolução da estratégia.

KPI x Métrica
Métricas podem tornar-se KPIs, mas não necessariamente em todos os casos. O que define se uma métrica será usada como indicador-chave é a relevância dos dados que ela irá apresentar.

Nem todos os dados são pertinentes. Cliques, curtidas, visualizações e compartilhamentos, as chamadas métricas de vaidade, por exemplo, devem ser monitoradas mas não são úteis na tomada de decisão, portanto, não são KPIs.

Uma forma mais simples de definir indicadores é utilizar as regras da Meta Smart (Specific, Measurable, Attainable, Relevant, Time Based): explorar dados específicos, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais.

Principais indicadores
São inúmeras as KPIs que podem ser adotadas de acordo com cada nicho, porém é essencial que elas combinem a análise de métricas de volume e eficiência. Apesar de variar, ao menos são usadas em todas as estratégias:

  • Taxa de conversão: monitorar a taxa e os pontos de conversão dentro do funil de vendas
  • ROI (Retorno Sobre Investimento)
  • CAC (Custo de Aquisição de Cliente)
  • Número de Visitantes

Comparar, avaliar e reavaliar
Para iniciar uma estratégia é preciso ter uma base de informações para comparação, portanto, se ainda não houver um controle de dados anteriores do próprio negócio, deve-se realizar benchmarking a fim de cruzar dados, isso já é um bom começo. Assim, será possível ter termômetro dos acertos e pontos a melhorar.

As KPIs devem ser constantemente reavaliadas e combinadas com dados diferentes. É uma estratégia de transformação contínua.

Planeje e estruture seu negócio com o Marketing Omnichannel

Integrar o planejamento de comunicação de um negócio, do marketing à venda, é essencial em tempos em que o virtual vem ganhando cada vez mais destaque, porém, o físico ainda é presente e necessário. O Marketing Omnichannel trabalha todas as plataformas para que o consumidor se veja atendido em qualquer uma delas. O foco é a experiência do usuário.

O Marketing Omnichannel visa unificar a comunicação, serviços e vendas, e pode ser trabalhado em:

  • Loja física;
  • E-commerce;
  • Site institucional;
  • Mídias sociais: Facebook, Instagram, Linkedin, Whatsapp, etc.;
  • E-mail Marketing;
  • Identidade visual.

É importante ressaltar que nem toda campanha multicanal é omnichannel, afinal, não basta estar presente em múltiplos canais se os conteúdos não conversam entre si. É preciso trabalhá-los de forma conjunta.

As plataformas devem transmitir a mesma mensagem. Por isso padronizar tudo o que for referente ao layout da marca é imprescindível para a identificação do produto.

Acessibilidade é a palavra-chave. De nada adiantará uma boa navegabilidade do site se o consumidor não for bem atendido na hora de retirar um produto na loja, por exemplo. O Omnichannel serve para garantir que o usuário tenha êxito em qualquer canal de atendimento, podendo migrar livremente de um para o outro. Todos os canais devem partilhar das mesmas informações, de forma que esse fluxo não trave no meio do caminho.

A Agência W2 fornece um planejamento integrado, com todas as práticas de Marketing Omnichannel aos clientes. Entre em contato conosco e saiba como podemos transformar o seu negócio.